Vuelta a España 2017 - Antevisão 4ª etapa

Depois do primeiro dia para os homens da geral, esta etapa será mais calma para eles. O dia é ideal para os velocistas.

Mapa da etapa
Perfil da etapa

Quase 200 quilómetros sem grandes dificuldades. A única contagem de montanha é de 3ª categoria e ainda longe da meta, a mais de 60 quilómetros.
Os últimos 400 metros em Tarragona são em ligeira subida. Algumas rotundas nos 5 quilómetros finais, que poderão complicar o posicionamento de muita gente.

Cidade de partida: Escaldes-Engordany


Escaldes-Engordany é uma localidade do coprincipado de Andorra. É a segunda maior localidade em número de habitantes, atrás de Andorra La Vella. 
Localiza-se no coração de Andorra e foi formada pela junção de dois centros urbanos que na origem era separados e bem distintos. 
Nas imediações podemos encontrar o Valle del Madriu com cerca de 4247 hectares. É um parque muito importante pelo seu valor natural mas também cultural. Nele está caracterizado a vida na montanha desde os tempos medievais com cabanas, construções de pedra, etc.

Cidade de partida: Tarragona


Tarragona é uma cidade e município da Espanha, capital da província homónima e da comarca de Tarragonès, na comunidade autónoma da Catalunha. O seu nome deriva, provavelmente, da antiga província romana da Hispania Citerior Tarraconensis. 
É destino de muitos turistas, tanto pelas suas praias, como pelo seu património histórico e artístico. As ruínas da antiga cidade romana de Tarraco estão inscritas na lista de Património Mundial da UNESCO desde 2000 com a designação de "Conjunto Arqueológico de Tarraco".
Já foi palco de chegada de etapas da Vuelta por 12 vezes. A última vez aconteceu em 2013, tendo ganho Philippe Gilbert.

Condições meteorológicas

Céu limpo durante toda a etapa, com temperaturas a rondarem os 30ºC. O vento soprará moderado de sul, o que quer dizer que os corredores apanharão vento contra, o que pode resultar em cortes no pelotão.

Favoritos

Diferenças entre os candidatos à geral e portugueses após a 3ª etapa:
1. Chris Froome (Team Sky)
2. David de la Cruz (Quick-Step Floors) a 2″
4. Tejay Van Garderen (BMC) a 2″
5. Vincenzo Nibali (Bahrain-Mérida) a 10″
6. Esteban Chaves (Orica-Scott) a 11″
7. Fabio Aru (Astana Pro Team) a 38″
8. Adam Yates (Orica-Scott) a 39″
9. Domenico Pozzovivo (AG2R La Mondiale) a 43″
10. Romain Bardet (AG2R La Mondiale) a 48″
11. Simon Yates (Orica-Scott) a 48″
14. Daniel Moreno (Movistar Team) a 1:20″
15. Warren Barguil (Team Sunweb) a 1:22″
16. Ilnur Zakarin (Katusha-Alpecin) a 1:29″
20. Louis Meintjes (UAE Team Emirates) a 1:43″
23 Nélson Oliveira (Movistar Team) a 1:54"
24. Steven Kruijswijk (LottoNL-Jumbo) a 1:56″
25. Miguel Ángel López (Astana Pro Team) a 1:57″
26. Rui Costa UAE Team Emirates 1:58"
29. Rafal Majka (Bora-Hansgrohe) a 2:53″
30. Alberto Contador (Trek-Segafredo) a 3:10″
61. Ricardo Vilela Manzana Postobon 11:16"
71. José Gonçalves Katusha-Alpecin 14:22"
188. Rafael Reis Caja Rural-Seguros RGA 31:33"

*** Matteo Trentin
** Edward Theuns, John Degenkolb, Sacha Modolo
* Magnus Cort Nielsen, Adam Blythe, Jens Debusschere, Jonas Van Genetchen

A nossa aposta: Matteo Trentin
Tem a melhor equipa neste tipo de chegadas e está em forma como se comprovou na 2ª etapa, onde foi o mais rápido do pelotão. 
Os últimos 400 metros são em ligeira subida, o que não constitui problemas para o italiano.

Outsider: Edward Theuns
Está em grande forma e com Degenkolb a não mostrar estar forte, a Trek poderá apostar nele para esta chegada. 
Com um dos melhores lançadores do mundo a lançá-lo é um dos candidatos para amanhã, mas tudo dependerá se Degenkolb estará ou não bem.


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Bruno Dias

Adora ciclismo e tudo o que se relaciona com bicicletas. O mês de maio e julho são sagrados e tem um carinho pelas clássicas da primavera e pela Volta a Portugal. Ao longo dos anos aprendeu a apreciar a Vuelta.

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