Ronde van Drenthe (1.1) - Antevisão


Criada em 1960, a Ronde van Drenthe comemora em 2017 a sua 55ª edição. Apenas em 1996 é que a prova passou a ser disputada por profissionais. Os holandeses dominam a lista de vencedores, mas desde que a prova passou para o circuito profissional as coisas mudaram e os corredores da casa deixaram de dominar por completo.

História
últimos 10 vencedores
2007 Martijn Maaskant (NED) Rabobank Continental Team
2008 Coen Vermeltfoort (NED) Rabobank Continental Team
2009 Maurizio Biondo (ITA) Ceramica Flaminia-Bossini Docce
2010 Alberto Ongarato (ITA) Vacansoleil
2011 Kenny Van Hummel (NED) Skil-Shimano
2012 Bert-Jan Lindeman (NED) Vacansoleil-DCM
2013 Alexander Wetterhall (SWE) NetApp-Endura
2014 Kenny Dehaes (BEL) Lotto-Belisol
2015 Edward Theuns (BEL)  Topsport Vlaanderen - Baloise
2016 Jesper Asselman (Ned) Roompot - Oranje Peloton

Edição 2016 (Top-10)
1 Jesper Asselman (Ned) Roompot - Oranje Peloton 4:43:27   
2 Mark Mcnally (GBr) Wanty - Groupe Gobert 0:00:01   
3 Dylan Groenewegen (Ned) Team LottoNl-Jumbo        
4 Raymond Kreder (Ned) Roompot - Oranje Peloton        
5 Gerry Druyts (Bel) Crelan-Vastgoedservice Continental Team        
6 Amaury Capiot (Bel) Topsport Vlaanderen - Baloise        
7 Kenny De Haes (Bel) Wanty - Groupe Gobert        
8 Elmar Reinders (Ned) Cyclingteam Jo Piels        
9 Aksel Nõmmela (Est) Leopard Pro Cycling        
10 Dries De Bondt (Bel) Veranda's Willems Cycling Team

Percurso
Hoogeveen  ›  Hoogeveen   (206.2 Km)

Serão quase 200 quilómetros por entre estradas estreitas e algumas secções de pavé, ao todo serão 8, a última localiza-se a 75 quilómetros do final.
O Vamberg irá ser ultrapassado por 5 vezes, a primeira das quais logo aos 10 quilómetros, é uma subida muito curta mas que tem zonas de 23% de inclinação, nos últimos 50 quilómetros terá de ser ultrapassado por 3 vezes (47,5, 40,4 e 33,3 km da linha de meta).
Secções de pavé aos Kms: 33,5, 55,8, 62,9, 70,7, 72,5, 79,9, 114,1, 115,4, 117,7, 123,2 e 133,1 km



Startlist
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Condições meteotológicas


As condições meteorológicas é um dos fatores que pode mudar uma corrida deste tipo. No entanto, para a edição deste ano, espera-se tempo ameno (12ºC), nublado e com alguns aguaceiros. O vento soprará fraco.

Favoritos

A prova é muito imprevisível, mas os homens da casa e os belgas além de serem em maior número, são os principais candidatos.
A lotto-Soudal como é habitual, é uma das equipas mais fortes neste tipo de provas. E para esta, apresenta Kris Boeckmans como o principal candidato. O ciclista belga é um bom finalizador, mas também um ciclista versátil. Além de Boeckmans, Jasper de Buyst é outro nome a ter muito em conta. É um corredor muito jovem, mas que tem evoluído consistentemente.
Raymond Kreder é outro dos favoritos, principalmente se a prova terminar em grupo contacto. É dos melhores velocistas presentes em prova. 
Outro bom finalizador é o italiano, Andrea Pasqualon, que este ano já se intrometeu em alguns sprints com 'gente graúda', nomeadamente no Algarve. Outro corredor da Wanty-Groupe Gobert, é Kenny Deahes, que é bem conhecido nas provas deste nível na Bélgica e Holanda.
Timothy Dupont em 2016 obteve bons resultados e em 2017 quererá manter o registo. É juntamente com Stijn Devolder, as apostas da Verandas Willems-Crélan.
A Aqua Blue Sport apresenta-se com dois corredores com pregaminhos, Adam Blythe e Leigh Howard. Dois ciclistas versáteis e com qualidade para estar entre os melhores nesta prova.

***** Jasper De Buyst, Kris Boeckmans
**** Timothy Dupont, Raymond Kreder, Adam Blythe
***  Leigh Howard, Andrea Pasqualon, Kenny Dehaes
** Coen Vermeltfoort, Aidis Kruopis, Lasse Norman, Pim Ligthart, Anthony Delaplace, Sander Armée, Floris de Tier
* Jesper Asselman, Marcel Sieberg, Boris Vallee, Twan Castelijns, Johim Ariesen, Guillaume Boivin

A nossa aposta: Kris Boeckmans
Outsider: Timothy Dupont

Seguir em directo: @Rondevdrenthe#RondevDrenthe

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Bruno Dias

Adora ciclismo e tudo o que se relaciona com bicicletas. O mês de maio e julho são sagrados e tem um carinho pelas clássicas da primavera e pela Volta a Portugal. Ao longo dos anos aprendeu a apreciar a Vuelta.

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