Settimana Internazionale Coppi e Bartali (2.1) - Antevisão


Itália é um dos países com maior tradição e paixão pelo ciclismo, com algumas das provas mais importantes do calendário.
Outra característica do país transalpino é que não se esquece dos seus heróis e esta prova demonstra exactamente isso, homenageia dois monstros sagrados do ciclismo italiano, Fausto Coppi e Gino Bartali.
Na primeira edição, em 1984, o vencedor foi também um dos históricos do ciclismo Italiano, Moreno Argentin.

História

últimos 10 vencedores
2008 Cadel Evans (AUS) Silence–Lotto
2009 Damiano Cunego (ITA) Lampre–NGC
2010 Ivan Santaromita (ITA) Liquigas–Doimo
2011  Emanuele Sella (ITA) Androni Giocattoli
2012 Jan Bárta (CZE) Team NetApp
2013 Diego Ulissi (ITA) Lampre–Merida
2014 Peter Kennaugh (GBR) Team Sky
2015 Louis Meintjes (RSA) MTN–Qhubeka
2016 Sergey Firsanov (RUS) Gazprom-Rusvelo
2017 Lilian Calmejane (FRA) Direct-Energie

Edição 2017 (Top-10)
1    Lilian Calmejane (Fra) Direct Energie    13:37:51   
2    Toms Skujins (Lat) Cannondale-Drapac    0:00:16   
3    Jaime Roson (Spa) Caja Rural-Seguros RGA    0:00:31   
4    Egan Bernal (Col) Androni Giocattoli    0:00:48   
5    Rodolfo Torres (Col) Androni Giocattoli    0:00:49   
6    Ian Boswell (USA) Team Sky    0:01:04   
7    Florian Vachon (Fra) Fortuneo - Vital Concept    0:01:29   
8    Romain Sicard (Fra) Direct Energie    0:01:37   
9    Kiryll Pozdnyakov (Aze) Synergy Baku Cycling Project    0:01:54   
10    Nicola Gaffurini (Ita) San Sangemini - MG. K Vis    0:02:04   

Percurso

22/3 Etapa 1a - Gatteo › Gatteo (97,8 Km)
22/3 Etapa 1b (CRE) - Gatteo a Mare › Gatteo (13,3 Km)
23/3 Etapa 2 - Riccione › Sogliano al Rubicone (130 Km)
24/3 Etapa 3 - Crevalcore › Crevalcore (171 Km)
25/3 Etapa 4 (CRI) - Fiorano Modenese › Montegibbio (12,5 Km)
Total: 424,6 Km

A prova tem a primeira etapa dividida em duas partes, durante a manhã realiza-se uma etapa curta de 98 quilómetro e de tarde é a vez de um contrarelógio coletivo.
A 2ª etapa é a mais complicada, em relação à 1a e 3ª etapas, tem mais potencial para fazer mais diferenças.
A última etapa é um contrarrelógio individual, que definirá o vencedor final.

Perfis
22/3 Etapa 1a - Gatteo › Gatteo (97,8 Km)


Subidas categorizadas
- Longiano (154 m, 2.2 Km a 4.6%, Km 51.0), 
- Longiano (154 m, 1.0 Km a 4.0%, Km 64.2), 
- Longiano (154 m, 1.0 Km a 4.0%, Km 77.3).

22/3 Etapa 1b (CRE) - Gatteo a Mare › Gatteo (13,3 Km)


23/3 Etapa 2 - Riccione › Sogliano al Rubicone (130 Km)


Sprint intermédio:  
- Coriano (93 m, Km 14.4).

Subidas categorizadas:  
- Verrucchio (293 m, 1.2 Km a 4.8%, Km 42.4), 
- Torriana (339 m, 2.3 Km at10.0%, Km 48.1), 
- Ville di Monte Tiffi (558 m, 4.4 Km a 7.7%, Km 74.4), 
- Ville di Monte Tiffi (558 m, 4.4 Km a 7.7%, Km 96.6), 
- Ville di Monte Tiffi (558 m, 4.4 Km a 7.7%, Km 118.8).

Zona de abastecimento: Ponte Uso (162 m, Km 65.8).

24/3 Etapa 3 - Crevalcore › Crevalcore (171 Km)


Sprints intermédios:  
- Caselle (18 m, Km 10.1), 
- Galeazza Pepoli (15 m, Km 20.2), 
- Bevilacqua (18 m, Km 24.6), 
- Palata Pepoli (16 m, Km 28.9), 
- Sammartin (16 m, Km 36.6).

25/3 Etapa 4 (CRI) - Fiorano Modenese › Montegibbio (12,5 Km)


Startlist

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Favoritos
***** Bauke Mollema
**** Diego Rosa, Fabio Felline
*** Neilson Powless, Richard Carapaz, Pavel Sivakov
** Carlos Betancur, Lawson Craddock, Amaro Antunes, Javier Moreno
* Mauro Finetto, Jan Tratnik, Victor De La Parte, Edoardo Zardini, Matteo Busato, Manuel Senni, Sergey Firsanov, Alexander Foliforov, Rafael Valls, Giulio Ciccone, Mattia Cattaneo, Guillaume Martin

A nossa aposta: Bauke Mollema
É o principal nome presente em prova. Apesar do percurso não o beneficiar muito, o holandês contra esta concorrência deve pelo menos lutar pela vitória.

Outsider: Diego Rosa
Deve ser a principal aposta da Team Sky. O italiano não tem sido muito feliz na equipa britânica, tem-se limitado a ser um gregário e tem aqui uma oportunidade de liderar a equipa, ainda por cima em casa.

Seguir em directo: #CoppiEBartali

Bruno Dias

Adora ciclismo e tudo o que se relaciona com bicicletas. O mês de maio e julho são sagrados e tem um carinho pelas clássicas da primavera e pela Volta a Portugal. Ao longo dos anos aprendeu a apreciar a Vuelta.

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