Milão-Turim (1.HC) - Antevisão


Foi em 1876, que um estudante de engenharia de seu nome Paolo Magretti e mais 7 colegas pelas 4 da manhã partiam de Milão em direcção a Torino, chegariam ao final da tarde desse dia, com o aspirante a engenheiro, Magretti a vencer a prova. Foram percorridos cerca de 150 Kms em 11 horas e 15 minutos, o que dá uma média de 13,3 Km/h. Apenas metade dos concorrentes terminaram a prova.

Em 2015 vai-se disputar a 96ª edição desta prova, que hoje em dia é mais vista como uma preparação para o último monumento da temporada, o Giro da Lombardia. No entanto, a 'mítica' história desta clássica não pode ser apagada, e muitos dos melhores corredores do pelotão internacional comparecem.

História
últimos 10 vencedores
2001 Mirko Celestino (ITA) Saeco Macchine per Caffè
2002 Michele Bartoli (ITA) Fassa Bortolo
2003 Mirko Celestino (ITA) Saeco Macchine per Caffè
2004 Marcos Serrano (ESP) Liberty Seguros
2005 Fabio Sacchi (ITA) Fassa Bortolo
2006 Igor Astarloa (ESP) Barloworld
2007 Danilo Di Luca (ITA) Liquigas
2012 Alberto Contador (ESP) Saxo Bank-Tinkoff Bank
2013 Diego Ulissi (ITA) Lampre-Merida
2014 Giampaolo Caruso (ITA) Team Katusha

Percurso
Milão-Turim, 185 Kms

Clássica que se destaca pelo seu final muito duro. São duas passagens pela Basílica de Superga, que tornam esta clássica italiana muito selectiva. Basta lembrar que esta clássica já foi vencida por Alberto Contador, o espanhol que está longe de ser um especialista em clássicas.
A subida à Basílica de Superga, apresenta uma pendente média de 9,1%, numa extensão de 4,9 quilómetros.

Perfil da prova
Perfil da subida final

Startlist

Favoritos
***** Fabio Aru, Daniel Moreno
**** Domenico Pozzovivo, Alexis Vuillermoz, Sérgio Henao
*** Franco Pellizotti, Romain Bardet, Rafal Majka
** Damiano Cunego, Richie Porte, Wilco Kelderman, Mikel Nieve
* Wout Poels, Tiago Machado, Leopold Konig, Ian Boswell, Steven Kruijswijk

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Bruno Dias

Adora ciclismo e tudo o que se relaciona com bicicletas. O mês de maio e julho são sagrados e tem um carinho pelas clássicas da primavera e pela Volta a Portugal. Ao longo dos anos aprendeu a apreciar a Vuelta.

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